Novo apelo para manutenção das atividades da usina de xisto de São Mateus do Sul

Durante reunião da Comissão de Assuntos Econômicos na manhã desta terça-feira (15), o senador Alvaro Dias voltou a fazer apelo pela manutenção das atividades da usina de xisto de São Mateus do Sul, do Paraná. O senador lembrou que a Petrobras vem anunciando que pretende encerrar os trabalhos na usina como forma de cortar gastos da companhia. Para Alvaro Dias, esta medida, além de inócua, representa um equívoco do governo e da diretoria da estatal, já que a usina de São Mateus produz não apenas energia, mas também gera emprego, renda e receita pública.

“A Petrobras fala em economia, mas o fechamento da usina de xisto seria uma economia às avessas, um grão de areia no deserto. Em matéria de benefícios para o Paraná e para o País, a atividade da usina de São Mateus do Sul é significativa para o Brasil e indutora do desenvolvimento na região sul do Estado. A usina é superavitária, e certamente o seu fechamento naõ resolverá os problemas de caixa da Petrobras. Ao contrário, o encerramento das atividades da usina de xisto aumentará as dificuldades da empresa, que desperdiçará uma grande oportunidade de receita”, afirmou o senador.

Alvaro Dias relembrou ainda conversa que teve recentemente com o ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, quando afirmou que o fechamento da usina de xisto de São Mateus seria um equívoco histórico. “Essa posição não é apenas nossa, da oposição, ou mesmo da bancada do Paraná, mas é uma posição da sociedade, uma posição do bom senso, da competência e da inteligência administrativa”, disse o senador, destacando que o ministro lhe disse que está do lado da população de São Mateus e do Paraná nessa causa, e defenderá, junto a Petrobras, a manutenção da usina.

Endividamento crescente

Ainda na reunião da CAE, o senador Alvaro Dias manifestou sua posição contrária ao projeto que autoriza contratação de operação de crédito pelo município de São Bernardo do Campo. “Eu registro o fato de que há irresponsabilidade no País em relação ao endividamento. O País não consegue mais pagar juros e serviços da dívida, gasta 50% do que arrecada para o pagamento de juros e serviços da dívida e continua autorizando empréstimos externos, ou seja, impulsionando a dívida pública”, disse o senador.

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