Leilão de Libra começa; do lado de fora, violência e fumaça

Começou agora a pouco, no Rio de Janeiro, o leilão do campo de Libra. A solenidade foi aberta com um filme explicando que a Petrobras ficará com 30% do controle da exploração e aponta as oportunidades de emprego no setor com a descoberta do pré-sal. Logo depois, a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Magda Chambriard, foi a primeira autoridade a falar, esclarecendo as regras do leilão. Do lado de fora, uma coluna de fumaça preta toma a Praça do Ó, na Barra da Tijuca, nas proximidades do Hotl Windsor, onde ocorre o evento. Chamas tomam conta de uma estrutura metálica. No Plenário do Senado, o senador Alvaro Dias relatou os incidentes e protestos que ocorrem desde a manhã por conta do leilão. “Impressiona a violência do lado de fora do hotel. Há pelo menos quatro pessoas gravemente feridas, bombas de efeito moral foram lançadas, tiros de balas de borracha atirados, carros de reportagem incendiados, enfim, uma forte reação daqueles que não entendem como este leilão pode ocorrer nestas circunstâncias. Das 46 plataformas da Petrobras, 42 estão paralisadas por conta da greve dos petroleiros. O governo está realizando uma verdadeira operação de guerra para garantir este leilão”, afirmou o senador.

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