O adiamento da votação do Plano Nacional de Educação (PNE), relatado pelo senador Alvaro Dias (PSDB/PR), foi noticiado pelos principais jornais e agências do País. A imprensa destacou o esforço do governo para retirar pontos do relatório de Alvaro Dias, como o que prevê a responsabilização dos gestores que não cumprirem as metas do PNE.“Numa ação articulada pelo Palácio do Planalto, senadores governistas vão tentar aprovar texto que retira trechos incluídos pelo PSDB na versão final do PNE.A ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) entrou em campo e, junto com o líder do governo, Eduardo Braga (PMDB-AM), construiu uma proposta alternativa ao projeto que tinha sido aprovado pela Comissão de Educação do Senado –de autoria do tucano Alvaro Dias (PSDB-PR)”, diz a matéria do jornal Folha de S.Paulo. “Outro ponto de discórdia é a punição de gestores que descumprirem orçamento previsto para educação ou as metas do plano. Pelo relatório, a autoridade competente poderá ser enquadrada no crime de responsabilidade, a qual determina perda de cargo e impedimento por até cinco anos para exercício de qualquer função pública”, destaca o site G1. “O texto apoiado pelo governo retira as principais mudanças realizadas pelo vice-líder do PSDB, senador Alvaro Dias”, diz o jornal O Estado de S.Paulo. Leia mais na Folha, no G1 e no Estadão