Desemprego aumenta e chega a 7,5% em julho, pior resultado para o mês desde 2009

A taxa de desemprego do País ficou em 7,5% em julho, o pior resultado para o mês desde 2009, quando ficou em 8%. Foi o que revelou a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada na manhã desta quinta-feira (20) pelo IBGE. A taxa é referente a seis regiões metropolitanas: Rio, São Paulo, Recife, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre. O resultado foi superior aos dados de junho, quando o desemprego ficou em 6,9%. Além disso, marca mais uma mês de alta, numa tendência iniciada em dezembro do ano passado, quando ficou em 4,3%. O aumento da taxa foi influenciado pelo crescimento da população desocupada — aquelas pessoas que buscam emprego, mas não encontram.

Ainda de acordo com o IBGE, os empregos com carteira assinada e o rendimento real habitual do trabalhador brasileiro também registraram queda em julho deste ano. Os empregos com carteira assinada somaram, em julho, 11,3 milhões nas seis regiões metropolitanas analisadas pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME). De acordo com o IBGE, o número caiu 3,1% em relação a julho de 2014. Isso significa que há – no mercado de trabalho – menos 359 mil pessoas com carteira assinada. Na comparação com junho deste ano, também houve uma queda, de 1,5%, no número de pessoas com carteira assinada. Os empregos sem carteira assinada somaram 1,98 milhão: houve estabilidade – no que se refere aos trabalhadores sem carteira – tanto na comparação com junho deste ano, quanto na comparação com julho de 2014.

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