Mateus primeiro os meus – Sugestão de Leitura

O historiador britânico Eric Hobsbawm, no livro “Era dos Extremos”, ensina: “O futuro não pode ser uma continuidade do passado”. No mundo desenvolvido a sociedade entende que no presente devem-se implantar mudanças enxergando o futuro. No Brasil é diferente. Uma elite política econômica e uma casta burocrática no Legislativo, Executivo e Judiciário que se alarga nos agentes públicos estatais, cultivam o inverso. Preferem a ironia de um lendário poeta árabe que pregava:“Vamos viver o presente, o futuro é uma incógnita e o passado já se foi”.  O debate público vem conseguindo moldar a opinião pública não no enfrentamento da realidade deformada, mas na manutenção privilegiada dos seus interesses. Ignoram a modernidade e o caminho do futuro. O corporativismo e o patrimonialismo estrangulam o Estado. “Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

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